terça-feira, 29 de março de 2011

Eu não tenho medo da morte, eu tenho medo da desonra ( José de Alencar)

Hoje li várias matérias de amor para vida toda.. Estranho o mudo que vivemos, será que esta faltando amor em nosso planeta, será que as pessoas estão deixando de amar e de sentir aquele friozinho na barriga quando se sente apaixonada. O que esta acontecendo?
Parece que tudo se banalizou com o sexo, muitos sabem que sou romântica de carteirinha e adoro sentir o amor arder em mim, mas até eu estou durona e sendo morna, pq é triste falar que sou fria para coisas do coração.
Não da para falar que foram experiências que me entristeceram, pq nunca deixei de acreditar no amor verdadeiro.
O que adianta o amor ser de uma via única? Sofremos, choramos e trazemos dor para nos mesmos. O ideal que tudo funcione em mão-dupla e você sinta dignidade na cumplicidade de um para com o outro.
Eu ainda me vejo amando, amando muito e fazendo loucuras pelo amado.
Quero tirar esse medo que nos rodeia e viver intensamente aquela paixão que me cerca e que me faz querer dormir e acordar pensando no amado. Que saudade bandida que chega a doer de pensar que levamos um tempo para encontrar e um século para esquecer, sem pensar que muitas nem chegam a conhecer a arte do amor.
O rir se perdeu com a turbulência do dia-a-dia e “ estar feliz” passou a ser chamado de etapas e não por constancia de um amanhecer só com o saudosismo de saudade, regado de vontade ao meu bem querer.
Cadê as rotinas dos casais, onde está o romantismo e soberania da conquista? Eu por sua vez, continuo pensando que ainda possuo amor aqui dentro e que pessoas não precisam perder suas vidas, em atos suicidas para recuperar sua paz ao lado do bem maior. Nada de Romeu e Julieta pos moderno, sobrevida desumana sem você na minha vida, ou eu lutei até onde pude, mas sem vc não consigo viver.
O bom mesmo é acreditar que vc existe para vc mesmo e que pode amar e ser amado com o mesmo louvor de uma nova paixão.

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